CÝcero Dias (1907 ű 2003)
Cicero Dias (Escada PE 1907 - Paris, Franţa 2003). Inicia estudos de desenho em sua terra natal. Em 1920 muda-se para o Rio de Janeiro, onde em 1925 matricula-se nos cursos de arquitetura e pintura da Escola Nacional de Belas Artes - Enba. Em 1928 realiza a primeira individual, no SalŇo da PoliclÝnica. Entra em contato com o grupo modernista e em 1929 colabora com a Revista de Antropofagia. Participa do Primeiro Congresso Afro-Brasileiro, organizado por Gilberto Freyre (1900-1987). , em Recife. Em 1931, no SalŇo Revolucionßrio, na Enba, exp§e o polŰmico painel Eu Vi o Mundo. . . Ele Comeţava no Recife. A partir de 1932, no Recife, leciona desenho em seu ateliŰ. Ilustra, em 1933, Casa Grande & Senzala, de Gilberto Freyre. Faz cenßrios para o balÚ O Jurupari, de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) e SÚrgio Lifar, em 1937. A seguir, viaja para Paris onde conhece Georges Braque (1882-1963), Henri Matisse (1869-1954), Fernand LÚger (1881-1955) e Pablo Picasso (1881-1973), de quem se torna amigo. Entre 1945 e 1950, integra o grupo abstrato Espace, da Escola de Paris. Em 1948, realiza o mural do edifÝcio da Secretaria das Finanţas do Estado de Pernambuco, considerado o primeiro trabalho abstrato do gŰnero na AmÚrica Latina. Em 1965, Ú homenageado com sala especial na Bienal Internacional de SŇo Paulo. Em 1978, a Rede Globo de TelevisŇo realiza filme sobre a sua vida e obra, com texto de Rubem Braga (1913-1990). Inaugura, em 1991, painel de 20 metros na EstaţŇo Brigadeiro do Metr¶ de SŇo Paulo. No Rio de Janeiro, Ú inaugurada a Sala Cicero Dias no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA. Recebe do governo francŰs a Ordem Nacional do MÚrito da Franţa, em 1998, aos 91 anos.
Fonte: Ita· Cultural
Atualizado em 20/02/2004