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Aldemir Martins
Aldir Mendes de Souza
Angelo de Aquino
Anna Letycia Quadros
Antonio Lizárraga
Antonio Maia
Antonio Maluf
Antonio Poteiro
Babinski
Carlos Furtado
Carybé
Cícero Dias
Eduardo Sued
Enrico Bianco
Esther Grinspum
Evandro Carlos Jardim
Flavio de Carvalho
Fukuda
Fulvio Pennacchi
Hércules Barsotti
Iberê Camargo
Inimá de Paula
Inos Corradin
Ivã Volpi
Jorge dos Anjos
José de Oliveira - Macaparana
Judith Lauand
Kong Fang Chen
Konstantin Kristoff
Luiz Sacilloto
Marcos Coelho Benjamin
Marcos Garrot
Milton Dacosta
Olimpia Couto
Paiva Brasil
Roberto Magalhães
Rubem Ludolf
Rubem Valentim
Rubens Gerchman
Silvio Oppenheim
Sonia Ebling
Sonia Menna Barreto
Tomie Ohtake
Toyota
Tuneu
Wakabayashi
Yara Tupynambá

Konstantin Kristoff
Breve currículo de  Konstantin Khristoff nasceu em Strajitza, Bulgária, em 1923. Transferiu-se aos 9 anos de idade para o Brasil, fixando-se em Montes Claros, Minas Gerais. Ainda adolescente, interessou-se pelo desenho de humor e pelas histórias em quadrinhos. Ilustrou livros e publicou numerosos desenhos na imprensa brasileira, inclusive na famosa revista Careta, do Rio de Janeiro, hoje extinta. Na década de 40, mudou-se para Belo Horizonte a fim de estudar medicina. Na capital minheira conheceu Alberto da Veiga Guignard, que chamou sua atenção para a pintura. Guignard o retratou quatro vezes. Mas foi em Montes Claros, norte de Minas, que ele começou a pintar, já diplomado em medicina, no início da década de 50. Fez retratos, paisagens, naturezas mortas. Desenhava obscessivamente, inclusive em toalhas ginecológicas e em blocos de recituário médico. Com o tempo, sua pintura foi crescendo, tornando-se cada vez mais original, surpreendente. No início da década de 80 iniciou uma série de auto-retratos que, mostrados no Salão Nacional de Artes Plásticas, no Rio de Janeiro, chamou a atenção da crítica de arte brasileira. Vários críticos, que tomaram conhecimento de sua obra, produzida longe do eixo Rio-São Paulo, o ajudaram a organizar uma exposição itinerante de seus Auto-retratos, que percorreu importantes espaços culturais de vários Estados brasileiros, em 1986, tornando-o nacionalmente conhecido. Eles integram o livro "Konstantin", de autoria do professor e crítico de arte Pierre Santos, editado em São Paulo em 1990. Inicia uma grande via-sacra, exposta em 1994 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, com textos de Darcy Ribeiro, Enock Sacramento, Pierre Santos e Ziraldo.

Obras:
Vaso [+]